Crônicas

08 de novembro de 2020

A novidade (ainda) é Amos Oz (por Kubitschek Pinheiro)

Coincidência ou não (coincidência não existe), eu estava numa farmácia em Tambaú, quando encontro uma mulher que já tinha visto num sinal fechado (ela estava com seu cão raivoso). O cão latia pra mim. Tal semelhança de outra senhora,... Ler mais

01 de novembro de 2020

Na Epitácio Pessoa com Belchior (A Crônica de Domingo)

Fazia noite dessas, displicentemente, a travessia da avenida Epitácio Pessoa, a espinha dorsal de João Pessoa, onde tio e sobrinho se encontram com a história e os ‘pessoenses’ com as artérias da cidade. Até que, sozinho e só “com... Ler mais

20 de outubro de 2020

Um menino igual a mim

Quem tem filhos sabe. Eles mudam, definitivamente, a vida da gente. E quem tem quatro, como eu, não tem nenhuma dúvida! É uma pós-graduação em vida, com todas dores e delícias abrangidas nessa incrível e desafiadora aventura humana na... Ler mais

18 de outubro de 2020

Cidades mágicas (por Hildeberto Barbosa Filho)

Se as cidade, em si mesmas, não são mágicas, pois dotadas da tangibilidade irredutível do real, mágicas podem ser, não obstante, para esse ou aquele habitante que delas guarda e preserva algum resíduo de memória, alguma fatia de afeto.... Ler mais

18 de outubro de 2020

O amor é um livro (por Kubitschek Pinheiro)

Sinto que vivemos como se melhor fosse a intuição. Mas nem todos têm. Eu queria escrever sobre o amor, mas sem rima, sem dor. Vida linear, sem oscilações, sem rompantes e confusões. É tão bom viver em paz. Uma... Ler mais

10 de outubro de 2020

Escrever (por Hildeberto Barbosa Filho)

Inveja boa é admiração. Se é assim, sou um invejoso nato, sobretudo quando penso nessas pessoas, para mim, seres raros, que se dedicam ao ofício de escrever diariamente, inspirados ou não, motivados ou não, tal não importa. Conta mesmo... Ler mais

10 de outubro de 2020

Madrugada com Gardel (por Kubitschek Pinheiro)

Não fui assaltar a geladeira, não faço essa coisa de comida fora de hora. Nem sei cozinhar. Eu sempre acho que comer na madrugada é para quem tem preguiça ou cansaço de existir ainda que seja madrugada. São poucas... Ler mais

03 de outubro de 2020

Um monólito indecifrável (por Kubitschek Pinheiro)

Outro dia estava a ouvir num filme, o barulho da máquina de escrever. Comigo, a minha Olivetti, costurava palavras, depois corrigidas com lápis tinta, os mínimos pedaços de palavras, que eu sempre gostei de escrever. Eu fui, eu sou,... Ler mais

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