Crônicas

17 de janeiro de 2021

Mônica e Jéssica, essa brava gente brasileira

A cada plantão de doze horas, em dias alternados, Mônica Calazans entrava de frente a uma roleta russa no Instituto Emílio Ribas, destino de pacientes graves da covid-19, em São Paulo. Obesa, hipertensa e diabética, a enfermeira de 54... Ler mais

17 de janeiro de 2021

Sou o maestro do meu caçula (por Magno Martins)

A princípio, eu só publicaria esse texto nas minhas redes sociais por ser algo bastante pessoal, mas devido à grande repercussão e o envio de uma canção tão bonita pela jornalista Andreza Matais, de Brasília, resolvi publicar no blog... Ler mais

17 de janeiro de 2021

Ainda mais fã de Zé Keti (por Ruy Castro)

Zé Kéti, o sambista, faria 100 anos em 2021 e já começam as comemorações. Fui conferir e está lá —de nome verdadeiro José Flores de Jesus, nascido em 16 de setembro de 1921. Ainda um pouco longe para o... Ler mais

17 de janeiro de 2021

Que fizeste da vida? (por Hildeberto Barbosa Filho)

Era a pergunta que João Condé ( foto com Guimarães Rosa) fazia a seus pares, nos “Arquivos Implacáveis”, publicados na velha revista O Cruzeiro. Fosse-me dada a possibilidade de respondê-la, eu diria: – Brinquei de curral de boi de... Ler mais

17 de janeiro de 2021

O apreço da amizade (por Kubitscheck Pinheiro)

Meu pai dividia tudo com os outros. Como quem separa as folhas de um chá. Ele adorava as pessoas, eu também. Ninguém sabe nada sobre a importância de dividir. Quase ninguém. Ele assobiava uma canção alegre quando eu chegava... Ler mais

11 de janeiro de 2021

Amiga querida (por Ruy Castro)

Numa cena de “Os Cafajestes”, o filme de Ruy Guerra que, em 1962, sepultou as chanchadas da Atlântida e implantou o Cinema Novo, Jece Valadão enfiava um baseado no decote de uma atriz. A cena era atrevida para os... Ler mais

03 de janeiro de 2021

O meu Roland Barthes (por Hildeberto Barbosa Filho)

A revista Cult traz dossiê acerca de Roland Barthes, (foto) por ocasião do centenário de seu nascimento. Nada mais merecido. Barthes é um desses pensadores seminais, principalmente para aqueles que se interessam, em primeira mão, pelas letras e pelas... Ler mais

03 de janeiro de 2021

Que 2021 seja um ano ímpar (por Kubitschek Pinheiro)

2020 foi cruel, devastador. Esse ano fantasma que está indo embora, deixou pancadas e pesares em todos nós. 2020 não teve nada útil, muita estridência, e já está à sombra de si mesmo, um cadáver ambulante. Durante toda a... Ler mais

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