Crônicas Arquivo – Heron Cid

Crônicas

13 de maio de 2022

A despedida de um amigo que descansou da batalha

Antônio de Pádua Lucena de Oliveira, 67 anos, e sua família, me acolheram num dos momentos de grande adversidade. Um gesto solidário do qual nunca esqueci e guardei do lado esquerdo do peito. Pai amoroso e protetor de minha... Ler mais

08 de maio de 2022

Minhas mães (A Crônica de Domingo)

Uma é o paraíso. Duas é o céu na terra. Vim ao mundo só uma vez e tive duas mães. “Que sorte a minha”, ein Vanessa da Mata? Sorte nada, providência divina mesmo! Marizete me pariu e me amou.... Ler mais

01 de maio de 2022

O êxodo sertanejo (Por Heron Cid) – A crônica de domingo

Quando regressou a Marizópolis, distrito de Sousa, no sertão paraibano, lá pelos anos de 1984, o jovem jornalista Dionízio Gomes se deparou com dolorosa realidade. Os amigos de infância e adolescência não estavam mais lá. Quase todos haviam afivelado... Ler mais

29 de abril de 2022

Chegou o dia e a “Hora H” de Marizópolis

MARIZÓPOLIS-PB – Quando o ponteiro marcar 18h viverei um dos momentos mais emocionantes da minha vida, nesta sexta-feira, 29 de abril de 2022. A mesma 18h, “A Hora do Anjo”, que vinte e poucos anos atrás me apresentou pela... Ler mais

21 de março de 2022

José, carpinteiro de mim (Por Heron Cid)

Leve, paciente, sereno. Como o santo homem fonte inspiração do teu nome, o meu José já aprendeu a ser um carpinteiro da vida. Tão jovem, resilientemente talha a jornada. Corta os espinhos e desenha flores. Aplaina as imperfeições e... Ler mais

21 de março de 2022

Carta para Herla (Por Heron Cid)

Minha filha, Dia 18 de março de 2004. Quando a enfermeira passou rápido pelos corredores do Hospital Universitário da UFPB levando um pequeno “pacote” enrolado, corri ao encontro. No elevador mesmo, vi atônito aqueles olhos fechadinhos tentando enxergar o... Ler mais

13 de março de 2022

Minha vida tem Graça (A Crônica de Domingo)

Quase em procissão, nossa comitiva saía e dois quarteirões abaixo encontrava a melhor comida daqueles tempos. A marmita de dona Mírian era um maná para aqueles estudantes e moradores do Pensionato de Cida, no Castelo Branco III, feito eu.... Ler mais