Crônicas

17 de abril de 2021

Dona Marizete e a arte de enxergar com o coração

Antes de todo mundo, ela conseguiu ver um comunicador onde só se tinha um menino tímido, recluso e que mal falava na frente de estranhos. Coisa que só mãe enxerga. Porque elas enxergam com os olhos do coração. São... Ler mais

10 de abril de 2021

O menino do dedo azul (por Kubitscheck Pinheiro)

Era uma vez Tistu, o menino do dedo verde. Eu já era um garoto, quando li o livro “O Menino do Dedo Verde” (1957), de Maurice Druon (1918/2009) que me fez ultrapassar muros, casas, cidades e países. Tistu tornava... Ler mais

08 de abril de 2021

Com ela, acordo e anoiteço jornalismo

Das redações, onde conheci Marly Lúcio, ao cotidiano que há anos dividimos, respiramos o mesmo oxigênio da notícia. Já a vi no front, intensa e obstinada pela melhor manchete. Já estivemos em lados opostos, ela na gestão pública, eu... Ler mais

08 de abril de 2021

O orgasmo do furo (por Magno Martins)

Não costumo comemorar datas de louvação a qualquer categoria, muito menos a minha, como o Dia do Jornalista, transcorrido no 7 de abril de ontem. Mas aproveito a deixa para uma reflexão sobre as profundas mudanças que a era... Ler mais

04 de abril de 2021

Orgulho de ser sertanejo (por Magno Martins)

Historicamente, desde “Os Sertões”, de Euclides da Cunha, “O Quinze”, de Raquel de Queiroz, “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos, e “Grande Sertão Veredas”, de Guimarães Rosa, que o vasto e imenso território do semiárido nordestino é visto e abordado... Ler mais

31 de março de 2021

A revolução do golpe e o golpe da revolução

Quer dizer que o articulista que se preze tem de falar hoje sobre o 31 de março de 1964? É sério isso? E eu achando, como Belchior, “que o passado é uma roupa que não nos serve mais”. Nessas... Ler mais

28 de março de 2021

Como viver (por Hildeberto Barbosa Filho)

Como viver? A esta pergunta, Montaigne procura responder com vinte tentativas de resposta, segundo o esquema proposto por Sarah Bakewell, escritora inglesa, em sua biografia do pensador francês. Mais que uma biografia intelectual, o livro de Sarah é visto... Ler mais

28 de março de 2021

A obviedade do beijo (por Kubitschek Pinheiro)

Entrei “No Caminho de Swann” e, na página 15, Proust olhou para mim e disse: “beija-me ainda outra vez”. Besame, besame mucho, please. Voltei a ler Marcel Proust? Nunca parei. Todo dia procuro por ele na luz do jardim,... Ler mais

25 de março de 2021

Juarez Amaral, primeiro e último

Impossível para quem enveredou no universo do rádio não ter ouvido falar, pelo menos uma vez, sobre Juarez Amaral. Eu era um desses até conhecer pessoalmente a legenda da radiodifusão de Campina Grande, a quem sabia apenas de ouvi... Ler mais

16 de março de 2021

Você já teve uma? (por Givaldo Medeiros)

Não importa o tipo de calçada. A maioria era de cimento grosso. Regular ou irregular. Pedra, mais chique, decorada, não decorada. Grande. Pequena. De qualquer largura. Importa que caiba algumas cadeiras, de fio enrolado, de madeira, dura , grande... Ler mais

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