
Desde a fase paleolítica até hoje em dia, a evolução da espécie humana mostra que sobreviveu quem se adaptou. A ex-secretária Pollyanna Werton (PP) tinha tudo para explodir e agir previsivelmente.
Ameaçada pela guerra com o PT, que lhe subtraiu a indicação do comando da estratégica Secretaria de Desenvolvimento Humano, e alvejada interna e publicamente depois de se desfiliar do PSB, partido pelo qual se sacrificou em 2022, ela submergiu, logo após um desabafo de duas palavras.
Voltou hoje à superfície. Em entrevista ao autor do Blog, no Programa Hora H, da Rádio POP FM e Rede Mais, Pollyanna exercitou todo o legado da espécie na adaptação às conjunturas e circunstâncias.
Falou em superação das disputas políticas, renovou a declaração de voto no ex-governador João Azevêdo (PSB) e disse, nas entrelinhas, que terá paciência de esperar compensações políticas do PP e do governador Lucas Ribeiro (PP).
Respirou fundo e contou até dez. Ao invés da reação natural, deu vazão ao racional instinto de sobrevivência política numa selva brutalmente primitiva.