Bastidores

Nomeação de Paulino dá o tom da relação que João quer com o MDB

21 de julho de 2021 às 17h25

Nem deu tempo esfriar a pública insatisfação do senador Veneziano Vital, presidente estadual do MDB, com o Governo, provocada pela mudança no comando do Podemos, partido presidido por um aliado (Galego do Leite). A articulação governamental criou um fato novo.

A nomeação do ex-governador Roberto Paulino (MDB) para a chefia de Governo foi providencial. Afastou qualquer cisma e aproximou mais o partido do Palácio da Redenção. A escolha foi simbólica. Um filiado histórico do MDB, que nunca deixou a sigla, independente de circunstâncias.

Nomeado, Paulino considerou ao Blog a escolha do seu nome um gesto que contempla tanto a ele quanto ao partido. Pelo menos é o que o emedebista crer e avalia, por questão de lógica.

A escolha surtiu imediato efeito. Roberto prometeu arregaçar as mangas e se empenhar “para consolidar a aliança (MDB/Cidadania)”. “O MDB é um parceiro do governador”, sentenciou o ex-governador.

Dizem que quando um não quer dois não brigam. João Azevêdo já deu o tom. Com o MDB, ele só quer paz. A recíproca será verdadeira?

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