Crônicas

Juarez Amaral, primeiro e último

25 de março de 2021 às 11h16

Impossível para quem enveredou no universo do rádio não ter ouvido falar, pelo menos uma vez, sobre Juarez Amaral.

Eu era um desses até conhecer pessoalmente a legenda da radiodifusão de Campina Grande, a quem sabia apenas de ouvi dizer.

Foi na primeira edição especial do recém-fundado 60 Minutos, da Rede Arapuan de Rádio, na abertura do Maior São João do Mundo, com direito a flashes ao vivo da TV Arapuan e tudo.

Juarez brilhava, à época, no elenco campinense de João Gregório e da Arapuan FM, de Campina.

Chegou ao Campina Grill, que abrigou o programa-evento, ao lado do confrade Carlos Magno.

Sereno, tranquilo e sem afetações. Sentou entre nós e falou quando chamado aos microfones com seu estilo peculiar.

Vi nele simplicidade no olhar e legítima paixão pelo que fazia. Estava leve e de bem com a vida.

Transmitiu plena satisfação de ser chamado a partilhar aquele momento que era especial para mim e Anderson Soares, então companheiro de bancada.

Produzido pelo incansável Wallison Bezerra, hoje parceiro de bancada, o programa, com Amazan e Tom Oliveira rasgando as sanfonas, foi pra lá de animado. Bem na atmosfera de Campina Grande.

Alegre e festivo, foi assim meu primeiro encontro com Juarez Amaral. Seria o único.

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