Opinião

O bloco dos vices de João

15 de fevereiro de 2021 às 20h25

O bloco do carnaval de 2022 já ensaia. Na concentração, o carro alegórico mais atraente, por enquanto, é o da vaga de vice na chapa do atual governador João Azevêdo.

Por que? O vice do governador hipoteticamente reeleito poderá concorrer o Governo sentado na cadeira, com caneta na mão.

Ou alguém dúvida de que João não hesitará um segundo no conforto de sair numa avenida larga de duas vagas, em 2026?

Por isso, o samba-enredo dos vices de Azevêdo tende a crescer à medida que 2022 vai se aproximando.

Precocemente, a lista é colorida.

O presidente da Assembleia, Adriano Galdino (PSB), tem torcida e agremiação própria. Os ascendentes deputados Hugo Motta (Republicanos) e Efraim Filho (DEM) exibem credenciais e alegorias para a festa.

Na bateria, os prefeitos com destacados ritmos de gestão, Fábio Tyrone (Sousa) e Chico Mendes (São José de Piranhas), ambos do Cidadania.

Para o senador Veneziano Vital, agora no comando do MDB, seria o estandarte perfeito para desfilar ao Palácio da Redenção, sonho postergado no carnaval de 2014.

Na hipótese de aliança com o PP, o deputado Aguinaldo Ribeiro é um mestre sala de nota máxima: soma pela ampla base política que lidera e por subtrair pontos da oposição (PSD e PSDB).

Pare a cuíca, porque o deputado Manoel Ludgério, da Escola Unidos de Romero Rodrigues (PSD), gritou o mote do outro lado da arquibancada: é o nome do ex-prefeito de Campina quem dá letra para uma pacificação e grande pacto político com grande chance de título em 2022.

Tem opções para todas as cores. Mas, tudo ainda é ensaio.

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