Crônicas

Lá se vai a aura humana de intelectual profundo, Moreira Franco (por Walter Santos)

6 de fevereiro de 2021 às 15h23

*Para Gonzaga Rodrigues, Agnaldo Almeida e Alberto Arcela

Sábado doloroso este 6 de Fevereiro de 2021 a registrar a “passagem eterna” do ex-Secretário de Comunicação do Estado, jornalista, publicitário, crítico exemplar das coisas e um ser humano de valor intelectual diferenciado de nome Martinho Moreira Franco.

Como reza a cultura cristã do mundo, Martinho “descansou” depois de longo processo a que foi submetido por força de câncer, esta doença malvada a afetar tanta gente no mundo.

Em que pesem a dor e a saudade amiga, Martinho Moreira Franco significa a lembrança permanente de um ser humano diferenciado, de aura sábia e bem humorada sem, jamais, perder seu senso crítico sereno a contribuir com quem o procurava para aprender a refletir viver.

No imaginário desde quando o conheci nos bastidores dos jornais O NORTE, Correio, A União e O Momento, além da Revista A Carta, de Josélio Gondim, nunca desgrudei de sua imagem bem humorada, repito, fraterna, mesmo quando ousava gerar conceitos críticos. Um papo super agradável e singular.

No curso da história que travamos na vida desde 1979, Martinho Moreira Franca sempre significou no meu quengo torrelandense a figura permanente de um Ombudsman voluntário a formular análises, inclusive na política partidária com sensatez e equilíbrio, quando procurado por amigos.

Também por isso, ele foi o escolhido para ser o Braço forte da comunicação do governador Tarcisio de Miranda Burity, mesmo quando ele avesso a tratar de Business – cena da qual Carlos Roberto Alves de Oliveira era nosso professor catedrático – soube conduzir a gestão na Secom com probidade diante do mundo comercial.

Em toda a fase profissional na cena das comunicações e publicidade, Martinho sempre se fez presente esbanjando sua cultura vasta que aprendeu desde os tempos de Cineclube com Paulo Melo, Willis Leal, etc, fazendo-o exímio critico da vida e da politica sem nunca precisar ser candidato a nada.

Nunca mais vamos ouvir juntos muitas canções românticas de Fernando Mendes, que ele e Milton Nobrega adoravam, mas nem por isso deixaremos de rememorar o quanto de bom na vida foi conhecer e conviver com este ser genial de nome Martinho Moreira Franco.

À Gorete, Mengo e as queridas filhas amigas nossa solidariedade eterna!

Vá em paz, meu querido Mestre!

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