Opinião

Segundo turno, o tiro curto

20 de novembro de 2020 às 10h13

Esse é o segundo turno mais curto da história. Obra da pandemia do novo coronavírus que alterou, com razão, todo o calendário eleitoral.

Os candidatos têm menos de 15 dias para convencer o eleitor a manter ou mudar o voto.

Pouco, muito pouco.

Duas semanas, para candidatos que precisam espremer agenda entre aparições de rua, gravações de guia eleitoral, entrevistas, reuniões e debates, não é nada.

O que sobra? Reafirmar conceitos, atrair eleitores de terceiros e puxar os indecisos, porque converter votos do adversário é tarefa mais árdua.

No segundo turno apertado, a eleição, mais do que nunca, é todo dia. Um apoio, uma adesão, um acerto ou erro nos debatea contam muito e podem ser fatais.

Para quem parte na frente, a tarefa de ampliar e aglutinar. Quem rompeu o primeiro turno atrás, é provar competitividade e equilibrar os pesos da disputa.

Em João Pessoa, Cícero Lucena administra o jogo. Nilvan Ferreira precisar driblar a vantagem do adversário e reverter a vantagem.

Uma guerra travada em pouquíssimos dias. E de tiro curto.

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