Opinião

A maior dúvida do mundo: Campina terá segundo turno?

27 de outubro de 2020 às 19h46

Convertidos em votos válidos, os 37,2% de intenções de votos conferidas a Bruno Cunha Lima (PSD), conforme a pesquisa RedeMais/Opinião, representam 49,6%.

O dado chama atenção e causa frisson em Campina Grande, porque acendeu a luz amarela de que o jogo eleitoral na rivalizada cidade corre risco de terminar já no primeiro tempo.

Considerando a margem de erro de quatro pontos percentuais, o crescimento de Bruno na campanha bateu na trave.

Essa passou a ser a grande questão no centro do campo eleitoral em Campina Grande, de ontem pra cá: haverá ou não segundo turno?

A dúvida em si já mobiliza os jogadores e técnicos e empurra os adversários do candidato governista para reavaliação da tática e da estratégia ofensiva.

É a mensagem pela continuidade do governo de Romero Rodrigues, aprovado por 76,7% da ‘torcida campinense’, que está sendo majoritariamente melhor assimilada pela ‘arquibancada’.

Como reagirão os times de Inácio Falcão (PCdoB), Ana Cláudia (Podemos) e Artur Bolinha (PSL), especialmente?

Inácio já deu o primeiro passe. Comunicou à sua militância que – pelos dados – vai ter segundo turno e ele é quem vai competir.

Apoiada pelo governador João Azevêdo, Ana Cláudia tem o desafio de crescer, driblar Falcão, provocar a segunda etapa do ‘campeonato’ e apostar na rivalidade e polarização tipicamente ‘campinista’.

Conseguirão?

Do outro lado, a campanha de Bruno deve aquecer presença e volume de campanha. As aparições com Romero, do alto de sua aprovação popular, agrega e tem potencial para ampliar o o placar.

Mas, Bruno ainda cresce ou alcançou o teto?

Desde que saiu o resultado da pesquisa RedeMais/Opinião, a maior dúvida do mundo paira sobre Campina Grande.

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