Opinião

O poder da avaliação de gestão para eleger e derrotar

13 de outubro de 2020 às 20h00 Por Heron Cid

Muitos prefeitos e governantes em geral subestimam o potencial de uma gestão bem avaliada e dos resultados de governo nos reflexos das intenções de voto.

São os que acreditam que basta estrutura e a eleição seguinte estará resolvida. Em alguns casos, por fraqueza da oposição ou pela vulnerabilidade social de determinado eleitorado, funciona.

Na maioria deles, todavia, arriscar-se à essa estratégia é uma roleta russa.

Duas pesquisas recentes do Instituto Opinião exemplificam cabalmente o poder da aprovação popular de uma administração bem sucedida na sucessão municipal.

Em Ouro Velho, a prefeita Natália de Júnior é aprovada por 95% dos entrevistados no levantamento publicado no Portal MaisPB.

O candidato dela, Augusto Valadares (DEM), alcança 78,4% das intenções de voto. O reflexo é direto.

O contrário também é verdadeiro.

Em Pocinhos, o prefeito reeleito Cláudio Chaves é reprovado por 66,6% dos eleitores.

Um cabo eleitoral de cujo candidato à sucessão, Emannoel Pereira (PDT), é o segundo colocado com 24,9% das intenções de voto.

Na liderança, Eliane Galdino (Avante), da oposição, tem 58,9% da preferência, se a eleição fosse hoje.

Resumo: gestão bem avaliada dá intenção de voto. Gestão reprovada é que nem gravidade. Só puxa para baixo.

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