Opinião

O tamanho no guia reflete no tamanho da campanha?

7 de outubro de 2020 às 14h20 Por Heron Cid

A campanha da pandemia, com menor contato pessoal e físico, indica – por natureza – que o guia eleitoral do rádio e da televisão terá seu peso redimensionado nesta eleição.

É a tendência.

Se essa prevalecer, o candidato do PSDB, Ruy Carneiro, em João Pessoa, larga com um diferencial importante: o maior tempo de todos os seus concorrentes.

Situado na quinta colocação da pesquisa Ibope, o tucano poderá usar a ferramenta para fortalecer sua estratégia de marketing e imagem.

Líder nas intenções de voto e segundo no ranking do guia, Cícero Lucena também tem esse ingrediente ao seu favor.

A vantagem do guia e do número de inserções é o suficiente? Não. Mas, é um espaço importante para quem precisa avançar ou se consolidar.

Quem não tem esse espaço está fadado ao fracasso? Também não.

Último colocado no tempo de rádio e televisão, Wallber Virgolino tem um precedente recente. A campanha de Bolsonaro, em 2018, é sua inspiração lógica.

Virgolino tem seus 10% muito em parte pelo uso assíduo e assertivo, na sua estratégia, de redes sociais. É no que ele continuará investindo.

Perfis de candidatos com estilo outsider são um capítulo à parte e não podem ser medidos pela convenção.

A resposta objetiva para o enunciado desse incipiente arrazoado: não é o tamanho do tempo é o que se faz com ele.

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