Bastidores

A condução de Romero, o diferencial para o “final feliz”

14 de agosto de 2020 às 17h37

A grande pergunta em torno da novela Bruno Cunha Lima versus Tovar Correia Lima era: vai ter final feliz?

A resposta veio hoje. Teve. E o capítulo final dessa disputa interna só terminou em paz pela coordenação serena, transparente, honesta e equilibrada do prefeito Romero Rodrigues.

No último ano, ele atuou como o algodão entre cristais que não permitiu fissuras, apesar dos choques.

Por que? Porque conduziu olho no olho, calou quando precisou silenciar e só apresentou o desfechou quando o seu feeling mostrou a hora propícia.

Nesse processo, Romero leva o mérito da condução firme e da sensibilidade de até sacrificar a sua presumida preferência pessoal em nome do que os caminhos da razão apontaram.

Não apenas convenceu, permitiu-se a ser convencido. E quando precisou colocou os postulantes frente a frente.

No seu segundo mandato, poderia ter caído na tentação de forçar a barra em nome de suas predileções.

A mensagem que Romero passa é a de um líder que soube ouvir, ponderar, avaliar e, ao final, decidir com equilíbrio e maturidade.

Deixou umbigo e coração de lado. Prevaleceu o cérebro.

A condução que construiu a unidade interna no seu grupo. Uma mensagem forte para fora e uma lição para muita gente grande da política levar para casa.

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