Ilona Szabó está conselheira. Por Ricardo Noblat – Heron Cid
Bastidores

Ilona Szabó está conselheira. Por Ricardo Noblat

1 de março de 2019 às 10h00
Penitenciária Estadual de Charqueadas, no Rio Grande do Sul (Jefferson Botega/Agência RBS/VEJA)
De tão amador que é o governo, não havia se dado conta até o fim da noite de ontem que impedira a cientista política Ilona Szabó, diretora-executiva do Instituto Igarapé, de fazer parte do Conselho Nacional de Política e Penitenciária, mas não de continuar integrando o Conselho Nacional de Segurança Pública e Defesa Social

O segundo Conselho é muito mais importante do que o primeiro. Foi instalado com toda pompa e circunstância em 17 de setembro do ano passado em cerimônia no Palácio do Planalto comandada pelo então presidente da República Michel Temer e o ministro da Segurança Pública Raul Jungmann.

Previsto na lei que instituiu o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e a Política Nacional de Segurança Pública e Defesa social, o Conselho é composto por 40 representantes da União, dos Estados, municípios e da sociedade civil. Szabó entrou na cota dos representantes da sociedade civil. E ali permanece.

Na ocasião, Temer alertou em discurso: “Para combater a violência não bastam armas, é preciso também a inteligência”. Cabe aos conselheiros propor diretrizes para as ações governamentais voltadas à prevenção e repressão à violência e à criminalidade. Eles também deverão acompanhar a destinação e a aplicação dos recursos federais para a área de segurança.

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