Deve ser doce morrer na praia. Por Ricardo Noblat – Heron Cid
Bastidores

Deve ser doce morrer na praia. Por Ricardo Noblat

3 de agosto de 2018 às 10h00
Henrique Meirelles participa da Convenção Nacional do MDB, em Brasília (DF), que oficializou sua candidatura à Presidência de República - 02/08/2018 (Evaristo Sá/AFP)

Só há eleições porque há candidatos que acreditam nas próprias chances de vencer – mesmo que isso contrarie as evidências mais poderosas e à luz de todos.

Henrique Meirelles, ex-ministro da Fazenda do governo Michel Temer e ex-presidente do Banco Central dos governos Lula, é um bom exemplo disso.

Está disposto a gastar do próprio bolso a módica quantia de R$ 70 milhões como candidato do PMDB a presidente da República, uma fatia minúscula de sua fortuna.

O PMDB agradece. Usará o dinheiro do fundo partidário para eleger deputados e senadores. E sem precisar necessariamente ter que apoiar Meirelles. O melhor dos mundos!

Desde 1994 que o partido não disputava eleição presidencial com um candidato para chamar de seu. Ganhou um. Que abandonará tão logo lhe pareça conveniente.

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