
Em nova ‘vibe’, entre a vida ao natural e a experiência com a Ayahuasca, o suplente de deputado federal Julian Lemos (União) perdeu o mandato em 2022, mas não a natureza política.
Polêmico e dono de um Instagram com 470 mil seguidores, ele está prestes a oficializar saída do União Brasil e deve disputar novo mandato em 2026.
Mas para onde vai o ex-braço direito de Jair Bolsonaro no Nordeste, hoje crítico contumaz do ex-presidente?
Lemos tem na mente três opções nem tão ocultas assim para refletir no silêncio da floresta que se resguardou nos últimos tempos.
Na reunião com a ministra Gleisi Hoffman, em Brasília, foi discutida a hipótese de filiação ao PT. O tema foi aprofundado com a direção nacional, porém sem nada formalizado. Para optar por esse caminho, precisa vencer a selva do PT paraibano.
Ainda na capital federal, Lemos ‘fumou’ o tema de filiação com a presidente nacional do Podemos, a deputada Renata Abreu. O Podemos pode ser uma alternativa.
Na Paraíba, o ex-deputado iniciou ‘terapia’ com o governador João Azevêdo (PSB) sobre filiação ao PSB, que está articulando o desafio de montar chapa à Câmara Federal.
Julian Lemos tem até abril para definir seu universo partidário. Até lá, vai beber chá de razão. As experiências psicodélicas ficam para outras áreas da vida.