
Ingrid Guimarães, em artigo em O Globo, falando sobre a obesa onda das canetas emagrecedoras: “A gente passou a comprar autoestima no caixa da drogaria. Associamos a beleza à magreza mas em voz alta a gente defende a diversidade dos corpos livres. Criticamos a gordofobia enquanto no grupo dos amigos a gente pergunta “tem em qual farmácia?”. Nós somos os novos drogados da magreza escondendo nosso vício pela perfeição. Mesmo que isso nos custe a inanição. A falta de tesão. E o preço alto da injeção. Caber numa calça jeans não vale meu feijão”.