O Sertão paraibano há muito deixou de ter a fisionomia que consagrou a imagem ressequida e miserável da região para o Brasil.
De onde pouco se esperava, grandes empresas que incrementam o desenvolvimento do estado. De laticínios a distribuidoras, construção civil, energia solar e riquezas minerais que já ultrapassam as fronteiras.
Fruto do DNA e força criativa do sertanejo, um forte, antes de tudo, como imortalizou Euclides da Cunha.
Progresso, todavia, não se faz só por teimosia e tino para superar as adversidades. A região chegou no nível de expandir suas asas.
A chegada do voo da Azul a Patos coloca literalmente o Alto Sertão na rota de voo dos negócios, encurtando distâncias e ampliando perspectivas econômicas.
Uma conquista pilotada pelo esforço pessoal e articulação governamental do governador João Azevêdo (Cidadania), em companhia na cabine de comando com o deputado Hugo Motta (Republicanos) e o prefeito Nabor Wanderley (Republicanos), entusiastas do projeto do Aeroporto Regional de Patos.
O Sertão – que já tinha pista – agora tem asas.