A deputada Bia Kicis não assumirá a presidência da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Se, por hipótese remota, assumir, não permanecerá no cargo tal a contestação cotidiana que sofrerá de seus pares.
A reação à indicação, fruto de acordo do presidente Arthur Lira com o PSL, lembra agora em proporção maior aquela ocorrida quando do anúncio de que Bolsonaro pretendia a nomeação do filho Eduardo para a embaixada do Brasil nos Estados Unidos. A razão é semelhante: completa inadequação do indicado ao posto.
Kicis padeceu por excesso de extremismo na defesa das mais estapafúrdias posições do presidente da República. O que parecia um ativo revelou-se um passivo. Nem Bolsonaro nem Lira vão interceder em favor dela, que é pequena para o tamanho da encrenca. Afinal, não se matam mosquitos com tiros de canhões.
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