A voracidade com que o tesoureiro do PMDB, Antônio Souza, tenta enquadrar o senador Raimundo Lira é desproporcional.
O mesmo PMDB convive bem, com direito até a solução de criação de uma bancada autônoma, só para conciliar governistas e oposição na Assembleia.
Por que a mão pesada em cima de um senador com as mesmas inclinações pró-Ricardo dos deputados estaduais Nabor Wanderley e Jullys Roberto, até então nunca censurados pela sigla?